6 de agosto de 2009

Transfiguremo-nos

Poderá ser um bocado idiota colocar pensamentos privados num blogue, mas esta ideia ocorreu-me quando hoje nas visitas domiciliárias do GAP com a Carla por duas vezes subimos ao monte, que na tradição é o Tabor; será que Jesus, Pedro, Tiago e João não nos acompanham todos os dias?
Esta é das passagens que mais aprecio nos Evangelhos.

(6 de Agosto) Transfiguração do Senhor (Festa):
"Contemplando sempre a visão nocturna, vi aproximar-se, sobre as nuvens do céu, um ser semelhante a um filho de homem." (Dn 7, 13);
"Os céus proclamam a justiça de Deus e todos os povos contemplam a sua grandeza." (Sl 96, 6);
"As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que lavadeira alguma da terra as poderia branquear assim." (Mc 9, 3).

Buda caiu de vergonha

Em certos países, ir à escola... pode ser um sonho!
Penso que o "Buda caiu de vergonha" (DVD), realizado pela iraniana Hana Makhalmalbaf em 2007, foi o primeiro filme afegão que vi. E não podem vir só más notícias daqueles lados porque, afinal, lá... também vivem pessoas.
Para além de vários grandes filmes do iraniano Abbas Kiarostami, já vi pelo menos mais dois filmes do Irão: "O Pai" de Majid Majidi (na Cinemateca) e, o muito colorido, "Gabbeh" (um tipo de tapete) de Mohsen Makhmalbaf (e ainda me falta, em DVD, o "Kandahar"), que é o pai da Hana.
Lembrei-me das crianças que, num Domingo de manhã, no decorrer de uma viagem de Petra para Monte Nebo e para Israel, vi na Jordânia a irem para a escola, sendo que muitas eram raparigas. É difícil não ficar preso pela pequena Nikbakht Noruz, que interpreta a protagonista do filme (Bakhtai), que só quer ir para a escola.

Lembrei-me também de outra criança chamada Victoire Thivisol, que em 1996 protagonizou o filme "Ponette" (realizado pelo francês Jacques Doillon).


A Bakhtai tem um amigo chamado Abbas (que será o Abdol Ali Hoseinali ou, talvez, o Abbas Alijome) que tem a sorte de já saber ler, mas como chega sempre atrasado à escola (sem janelas e sem tecto), fica de castigo no fundo da "sala" com um pé no ar!! Numa das cenas o Abbas lê à Bakhtai a seguinte história do livro escolar: "Um homem dormia debaixo de uma árvore. Caiu-lhe uma noz na cabeça. O homem levantou-se e disse: 'Ainda bem que não é uma abóbora, se não tinha morrido.'"
Sinopse: Afeganistão, região de Bamyian. Neste local ergueram-se durante séculos estátuas gigantescas do Buda, porém o fanatismo religioso dos Talibã levou à sua destruição. É nas ruínas destas esculturas ancestrais que vive ainda uma população muçulmana onde encontramos a pequena Bakhtai, uma rapariga de 6 anos que sonha em ir à escola e aprender a ler e a escrever.
Com custo ela arranja o dinheiro necessário para comprar um caderno e acompanhada por um vizinho dirige-se à escola, porém pelo caminho é atacada por um grupo de rapazes que repetem toda a violência de que foram testemunhas ao longo das suas vidas, eles querem rebentar com Bakhtai como os talibã fizeram ao Buda, será que a pequena conseguirá escapar a estas brincadeiras violentas e chegar à escola? Dirigido pela iraniana Hana Makhmalbaf, o filme é uma fábula moderna sobre o impacte da guerra sobre uma população oprimida e os efeitos de gerações de obscurantismo sobre a relação entre os sexos e o seu impacte na educação e cultura dos jovens de hoje. Tendo por cenário uma das regiões e populações que mais têm sofrido os efeitos da opressão e violência, Hana Makhmalbaf dá-nos um comovente libelo anti-guerra onde se interroga sobre o futuro de toda uma geração. Uma referência especial para o desempenho da pequena Nikbakht Noruz, que encarna na perfeição a pequena Bakhtai.

5 de agosto de 2009

Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior

Das 4 mais importantes Basílicas de Roma, todas território do Vaticano (embora só São Pedro fique no interior do Estado Pontifício), a Basílica de Santa Maria Maggiore é a menos conhecida e a mais antiga.(5 de Agosto) Dedicação da Basílica de Santa Maria
Da "Liturgia das Horas":
Depois do Concílio de Éfeso (431), em que a Mãe de Jesus foi aclamada Mãe de Deus, o papa Sisto III erigiu em Roma, no monte Esquilino, uma basílica dedicada à Santa Mãe de Deus, mais tarde designada «Santa Maria Maior». É esta a Igreja mais antiga do Ocidente que foi dedicada a Nossa Senhora.
Do livro "Arautos da Santidade - Vida dos Santos (Tu solus sanctus)" de António J. Dias f.m.s. (Editora Rei dos Livros, Abril de 2001):
Dedicação de Santa Maria das Neves
A Basílica Sicini foi cristianizada no tempo do Papa Libério, no meio do século IV, restaurada e consagrada em honra da Virgem Maria pelo Papa Sisto III no ano de 435.
É chamada de Santa Maria Maior pela antiguidade e dignidade. É costume neste dia cobrir de pétalas de flores as lajes do templo. Estará este costume relacionado com a lenda medieval da queda de neve em Agosto a marcar o sítio do Templo, como causa ou efeito?
Toda resplandece de mármores e mosaicos, exalta as glórias daquela que em 431 havia sido proclamada "Theotokos", isto é, Mãe de Deus, no Concílio de Éfeso.

E agora um pequeno desafio com as 4 Portas Santas das Basílicas do Vaticano?























Estas 4 Portam Sanctam, em italiano Porta Santa, correspondem às Basílicas de San Giovanni Laterano, San Pietro, San Paolo fuori le Mura e Santa Maria Maggio. Se Deus quiser, acertarei a porta com o "boneco" nos dias: 9 de Novembro (São João de Latrão), 18 de Novembro (São Pedro e São Paulo), e 5 de Agosto (Santa Maria Maior).

4 de agosto de 2009

João Maria Vianney

Deus tem uma capacidade enorme de nos surpreender, pois não escolhe os mais capacitados!
E o "Santo" Padre Cruz nasceu há 150 anos (29/07/1859 - 1/10/1948), uma semana antes do falecimento do Santo Cura d'Ars.

E encontrar Ars no mapa também não é fácil! Se Belley, a diocese a que pertence, fica, relativamente a Lyon, para leste, no sentido da fronteira italo-helvética, Ars-sur-Formans (departamento d'Ain - 01) fica a 30 km a norte de Lyon (departamento de Rhône - 69). O que é uma óptima localização para quem se desloca para Taizé (Mâcon/Cluny), que fica ainda mais para norte de Lyon, pois sensivelmente a meio caminho fica Villefranche-sur-Saône (A6 saída n.º 31) , e Ars-sur-Formans fica só 7 km a leste desta.

(4 de Agosto) S. João Maria Vianney (o Santo Cura d'Ars)
Da "Liturgia das Horas":
Nasceu em Lião no ano 1786. Depois de superar muitas dificuldades, pôde ser ordenado sacerdote. Tendo-lhe sido confiada a paróquia de Ars, na diocese de Belley, o santo promoveu nela admiravelmente a vida cristã, por meio duma eficaz pregação, com a mortificação, a oração e a caridade. Revelou especiais qualidades na administração do sacramento da Penitência e na direcção espiritual, e por isso acorriam fiéis de todas as partes para escutar os seus santos conselhos. Morreu em 1859.
Oração: Deus omnipotente e misericordioso, que fizeste de São João Maria Vianney um sacerdote admirável no zelo pastoral, concedei-nos, que, imitando o seu exemplo, ganhemos para Vós no amor de Cristo os nossos irmãos e com eles alcancemos a glória eterna. Por Nosso Senhor.

Do livro "Arautos da Santidade - Vida dos Santos (Tu solus sanctus)" de António J. Dias f.m.s. (Editora Rei dos Livros, Abril de 2001):
É o nome do cura d'Ars como é mais conhecido. Viveu a infância num tempo de reboliço provocado pela Revolução Francesa.
A Primeira comunhão fê-la às escondias numa aldeia vizinha, na diocese de Lião. Teve a sorte de encontrar um padre que o instruiu, e, mais tarde, apoiou a sua vocação. Napoleão obrigou-o a enfileirar na campanha contra a Espanha, mas como caiu doente, não voltou para as fileiras e foi procurado como refractário.
Com muita dificuldade nos estudos lá conseguiu ser ordenado, em vista da sua grande piedade. Nomeado pároco de Ars, uma aldeia de uma 250 pessoas muito descristianizada, acabou por transformá-la inteiramente, à força de oração e penitência.
O seu dom de conhecedor das consciências e o dom de uma catequese muito familiar mas convincente, atraíam a seus pés multidões de penitentes, mais de cem mil por ano. O Diabo fazia-lhe a vida negra por ele lhe arrebatar tantas almas, pois chegava a confessar 18h por dia.

Algumas passagens retiradas da Agência Ecclesia (http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=73653):
Com 11 anos de idade confessou-se pela primeira vez ao Padre Groboz que viera, clandestinamente, visitar os seus pais e atendê-los espiritualmente. O exemplo deste sacerdote marcou profundamente a vida do jovem Vianney que recordou - até ao final da vida - a primeira confissão. No último ano do século XVIII recebe a primeira comunhão clandestinamente. De sua mãe recebe a instrução religiosa.
A 13 de Agosto de 1815, depois de enormes dificuldades, que pareciam insuperáveis por causa dos obstáculos que havia encontrado nos estudos, foi ordenado sacerdote.
Antes de ser enviado para Ars, o Padre Vianney passou três anos como coadjutor do idoso Padre Balley, na paróquia de Écully. Quando foi nomeado pároco de Ars, o vigário geral disse-lhe: "É uma paróquia pequena, onde não há muito amor a Deus. Deverá levá-lo para lá". A casa paroquial daquela localidade foi a residência do Padre Vianney durante 41 anos do seu ministério.
Em 1818, João Maria tinha 32 anos e os superiores, pela escassez de sacerdotes, confiaram-lhe a paróquia de Ars, um lugar afastado, onde nenhum sacerdote havia desejado ficar. Quando chegou lá - como um bom filho de São Francisco - humildemente, a pé, como um pobre entre os pobres, tentou logo conquistar aquelas almas.
Catarina Lassagne, filha de camponeses, foi a principal colaboradora do cura d'Ars e directora da «Providência», um orfanato criado por João Maria Vianney. O seu depoimento no processo de canonização foi o mais amplo e detalhado, e constitui até hoje a principal fonte de dados biográficos sobre o cura d'Ars.
No seu confessionário, onde muitas vezes sustentou lutas corpo a corpo com o inimigo, permanecia até 18 horas diárias, convertendo-se numa espécie de altar da misericórdia, onde começaram a acorrer pessoas de todas as partes da França e da Europa. O Santo Cura D'Ars nunca saiu ao átrio para chamar as pessoas, nem correu pelas ruas para agitar a indiferença dos paroquianos e nunca os reprovou. De joelhos diante do tabernáculo e da imagem da Virgem, permanecia longos tempos em oração, comendo apenas o necessário para viver, dormindo poucas horas durante a noite. Ainda que distraídos e despreocupados, os paroquianos começaram a ajudar. Vendo o pároco ajoelhado, ajoelhavam-se também, e rezavam com ele. A localidade de Ars converteu-se num caminho de peregrinação de todas as partes da França e da Europa.
Os peregrinos acorriam desde o amanhecer à aquela igreja que trinta anos antes se encontrara vazia: "Diga-me onde está Ars, e eu lhe indicarei o caminho do céu", havia dito São João Maria a um pastorzinho antes de chegar à sua paróquia. João Maria Vianney morreu a 4 de Agosto de 1859, aos 73 anos.

O post já vai longo, a Oração para o Ano Sacerdotal do Papa Bento XVI ficará para mais tarde, mas quero terminar com o Acto de Amor do Santo Cura d'Ars:

Eu vos amo, oh meu Deus, e meu único desejo
é amar-vos até ao último suspiro da minha vida.

Eu vos amo, oh Deus infinitamente amável,
e prefiro morrer amando-vos
que viver um único instante sem vos amar.

Eu vos amo, oh meu Deus, e só desejo o Céu
para ter a felicidade de vos amar perfeitamente.

Eu vos amo, oh meu Deus, e só compreendo o inferno
por aí não termos nunca a doce consolação de vos amar.

Oh meu Deus, se a minha língua
não pode estar sempre a dizer que vos amo,
quero que ao menos o meu coração vô-lo repita
tantas vezes como quantas eu respiro.

Ah! Dai-me a graça de sofrer amando-vos,
de vos amar sofrendo,
e de um dia expirar amando-vos e sentindo que vos amo.

E quanto mais me aproximo do meu fim,
tanto mais vos imploro
que aumentais o meu amor e o aperfeiçoeis. Ámen.

3 de agosto de 2009

Eucaristia e palhaços!

"Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus."

Vantagens de ter a manhã livre; pude ir à Eucaristia das 9h30m e levar a "Liturgia das Horas", se bem que nas Laudes, incluídas na Eucaristia, só rezemos os Salmos e o Benedictus, e respectivas antifonas. Conseguirei saboreá-la da mesma forma que quando estou numa Igreja cheia, embora nesses casos até seja muito mais fácil distrair-me e, verdadeiramente, não estar lá! De qualquer maneira, hoje éramos cerca de 20 pessoas em Acção de Graças e, ficando ao pé da Irmã que até já tinha visto no Domingo (é impossível tirar férias de Deus!), e que hoje estava a ler um livro em italiano, reparei que só havia três homens: o Padre Filomeno, eu e... JESUS!

A-propósito dos números, que para os homens é algo sempre tão importante, recordei-me desta passagem do livro "Memórias de um crente" de Abbé Pierre (5/08/1912 - 22/01/2007) da Gráfica de Coimbra:
"Quando não estou na Normandia, na casa de retiros dos companheiros de Emaús, moro nos arredores de Paris, no décimo andar de uma torre. Aí me delicio com um panorama magnífico sobre Paris inteiro. Rente ao meu prédio passa a auto-estrada que dá acesso à capital, e à noite avisto milhares de faróis em ambos os sentidos, sem contar as centenas de milhares de luzes dos apartamentos parisienses. Quantas vezes meditei de noite, junto da minha janela, pensando: “Meu Deus, que multidão enredada em soluços, alegrias, sorrisos de crianças, aflição de doentes, felicidade de apaixonados, tristeza de pessoas sós!” E adquiri o hábito de celebrar missa, quando estou sozinho, junto desta janela rasgada sobre toda aquela multidão. É o vitral através do qual contemplo toda a alegria e todo o sofrimento dos homens. E ao mesmo tempo, é a nave da minha Igreja. Tenho na minha frente todos os meus irmãos por quem ofereço o sacrifício da Eucaristia.
Gosto de contemplar o grande mistério de Jesus que se dá neste pequeno bocadinho de pão. Na Eucaristia, Jesus está presente, não como os Evangelhos no-lo dão a conhecer no dia a dia, mas como é presentemente – ressuscitado. Pela fé, sei que está ali com o seu corpo glorioso, presente na hóstia consagrada. E por isso, posso aproximar-me d’Ele mais facilmente, posso tocar-Lhe, saborear a Sua presença sem ficar ofuscado com a Sua luz, esmagado pela Sua glória.
Descobri recentemente, por ordem dos médicos, os benefícios da sesta. A Eucaristia é para mim como que uma sesta da alma, um momento de repouso total no meio das fadigas de cada dia ao qual me posso entregar completamente.
Não passo então de um pobre padre extenuado que poisa o carrego no chão e diz a Jesus: “Acode-me, pesa demais.”"

Como a Eucaristia é alegria, fui buscar também esta fotografia de Alex Cruz (EPA/Lusa) que vi na edição do "Global Notícias" de 24/07/2009:
que tem o seguinte texto: "MÉXICO Centenas de fiéis católicos de todas as idades, vestidos de palhaços, seguem em procissão para a Basílica de Guadalupe. Trata-se de uma peregrinação anual em acção de graças à Virgem de Guadalupe. A festividade religiosa termina com uma missa naquele templo.

2 de agosto de 2009

A Verdade

Li a seguinte frase do Professor Agostinho da Silva (filósofo português / 1906-1994) no jornal "Destak":
"Não me interessa ser original: interessa-me ser verdadeiro".

Ocorreu logo uma outra passagem que li no livro "Apaixonados pela Eucaristia, com João Paulo II e Teresa de Lisieux" do Padre Marie-Michel (da Editorial Apostolado da Palavra, Março de 2007) :
"Simone Weil dizia: «Cristo gosta que, a Ele, se prefira a verdade, porque, de facto, Cristo é a Verdade. Se nos desviarmos d'Ele para ir ao encontro da verdade, não andaremos muito sem cairmos nos seus braços»."

E para terminar, um pensamento de Pai (Padre) Américo, retirado do jornal "O Gaiato" de 4 de Julho de 2009 (n.º 1.704, ano LXVI):
"O Evangelho, meus senhores, é uma exactidão tremenda! É uma força terrível! Se alguém te disser do doce Rabi da Galileia, não faças caso. São poetas a fazer renda. Mas quando os pregadores da Cruz falam do Revolucionário que veio ao mundo para trazer a espada, então sim. Escuta. E se tens coragem faz-te tu também um revolucionário à Sua moda."

1 de agosto de 2009

e... férias!

As férias começaram com um alegre, cansativo, meditativo, desgastante, retemperador dia de distribuição do GAP, onde encontrei malta que, sobretudo, gosta de dar tempo aos outros, haverá algo mais recompensador?!?

Gosto particularmente dos dias que se aproximam, e nem estou a pensar no não fazer nada, algo que eu até sei fazer bem, pois o programa das festas é:
São João Maria Vianney (o cura de Ars, dia 4), Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior (dia 5), Transfiguração do Senhor (Festa, dia 6), S. Domingos (dia 8), Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein, sendo Domingo, não queria deixar de referi-lá), São Lourenço (Festa, dia 10), Santa Clara (dia 11), São Maximiliano Maria Kolbe (dia 14), Assunção da Virgem Santa Maria (Solenidade, dia 15), São Estêvão da Hungria (também Domingo, dia 16), Santa Helena (dia 18), São Bernardo (dia 20), São Pio X (dia 21) e Virgem Santa Maria, Rainha (dia 22).